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Gal Gadot ameaça sair de filme se diretor acusado de assédio não for demitido

De acordo com o site PageSix, Gal Gadot não vai participar de Mulher Maravilha 2 enquanto Brett Ratner, diretor acusado de assédio e homofobia, continuar associado à franquia do filme.

A empresa de Brett Ratner, RatPac-Dune Entertainment, fez um acordo financeiro com a Warner Bros para a produção de Mulher Maravilha. O filme arrecadou mais de 400 milhões de dólares em todo o mundo.

Ratner foi acusado por Ellen Page nesta sexta-feira (10) por ter atitudes homofóbicas e abusivas antes do início das gravações do filme X-Men – O Confronto Final’ em 2006. Ratner também foi acusado de assédio por outra atriz de X-Men, Olivia Munn, que interpreta a mutante Psylocke. Além disso, Ratner teria se masturbado na frente de outras atrizes.

Uma fonte afirma que Gal Gadot está está tomando uma posição forte sobre o assédio sexual em Hollywood e não quer que seu filme beneficie um homem acusado de má conduta sexual. “Brett fez muito dinheiro com Mulher Maravilha e agora Gadot disse que não vai assinar para participar das próximas sequências a não ser que a Warner Bros compre a parte de Brett e se livre dele”, afirmou.

“Ela é forte e acredita em seus princípios. Ela sabe que a melhor maneira de derrotar alguém como Brett Ratner é pelo bolso. Ela também sabe que a Warner Bros deve ficar do lado dela. Eles não podem ter um filme sobre empoderamento feminino sendo co-financiado por um homem acusado de assédio contra as mulheres”.

Na semana passada, Warner Bros já havia anunciado estreitar relações com Ratner em meio às acusações de assédio. No começo do mês, Gal Gadot publicou no Instagram que bullying e assédio sexual são inaceitáveis. “Eu estou ao lado de mulheres corajosas que estão enfrentando seus medos e denunciando esses casos. Juntas permanecemos. Estamos juntas em um momento de mudança”, escreveu a atriz.

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