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CAERD PRIVATIZADA: Governador e Prefeito de Porto Velho chegam a acordo sobre futuro do saneamento

Fim de Novela?  Pode ter chegado ao fim  a novela sobre a discussão do futuro do saneamento básico de Porto Velho, sim, do futuro, por que se formos levar em conta a  situação atual do sistema operado pela Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia  CAERD, não se encontra esgoto tratado como deveria e verdade seja dita, a  água não chega a totalidade do município e nem é abastecida com regularidade.

O governador Confúcio Moura e o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, chegaram a um acordo sobre a prestação de serviços de água e esgoto no município. Após muita briga, acusações e discussões sobre a perda de recursos federais para o sistema de esgotamento sanitário, os dois políticos encontraram um termo comum para solucionar o caso.

A decisão de Confúcio e Hildon é a mesma: o repasse da concessão para o particular através de Parceria Pública Privada (PPP). O modelo será apresentado pelo Estado após estudos do BNDES, já contratado para o trabalho, e o Plano de Saneamento Básico, obrigatório para a cessão dos serviços ao particular, será elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e pago pela prefeitura.

Para o prefeito Hildon Chaves, a maior conquista desse acordo é o alinhamento entre estado e município para destravar essas obras. Caso seja necessário, o tucano deixará o Governo Confúcio Moura à vontade para conduzir o processo de privatização do sistema.
O próprio governador adiantou ao prefeito que a Companhia de Águas e Esgotos (Caerd) será repassada a iniciativa privada porque a estatal não consegue reduzir seu custo em razão do montante de dívidas. “A companhia tornou-se inviável do ponto de vista econômico”, disse Hildon, lembrando que o acordo foi selado durante um almoço entre ele, o governador e o chefe da Casa Civil, Emerson Castro.

Não é difícil chegar à um raio x honesto sobre a  situação de saneamento da capital de Rondônia. No SNIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, é possível observar os números da ineficiência da empresa pública, que não consegue se equilibrar financeiramente.
E com os resultados observados quanto à privatização (que não será o caso de Porto Velho), às PPP’s, e as Concessões, é certo e sabido que os métodos de controle e fiscalização são otimizados e tem-se uma melhor eficiência em serviços essenciais que a  curto prazo atendem à população que fica dias sem água, e a longo prazo, garante redução de atendimentos hospitalares oriundas de doenças advindas de prejuízos com a falta de saneamento.
Texto por Anderson Guizolfe SRT 1379/RO 
*Com informações do Rondoniagora e da ASCOM/ Prefeitura de Porto Velho
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Anderson Guizolfe
Anderson Guizolfe é jornalista, fotógrafo profissional e se aventura no marketing e em novas tecnologias. Faz coberturas fotográficas dinâmicas em diversos eventos, e à 12 anos garimpa informações e notícias entre uma faculdade ou outra, e o serviço público.