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ANVISA regula pela proibição da venda de mamadeiras que contenham bisfenol (BPA)

O bisfenol, é uma substância utilizada na produção de policarbonato, uma variação do plástico, transparente e com uma resistência maior. Também conhecido de maneira mais abrangente  como BPA, a substância tem levantado uma série de suspeitas à respeito de danos a saúde dos seres humanos.

Estudos realizados por institutos de pesquisas internacionais, revelam que pode haver insurgência de problemas neurológicos e hormonais, mesmo que a presença do BPA seja pequena.

Mamadeiras que tenham o BPA (bisfenol) utilizado na sua fabricação, são proibidas pela ANVISA

Mamadeiras que tenham o BPA (bisfenol) utilizado na sua fabricação, são proibidas pela ANVISA

Usado na fabricação de mamadeiras, o policarbonato, pode ou não conter a presença de BPA. Ante a apresentação de tal suspeita, e tendo em vista a preservação da saúde pela precaução, a  ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária definiu pela proibição de mamadeiras com a substância à partir do mês de janeiro.

Tânia Bachega da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, disse que, associa-se ao BPA a crescente frequência da síndrome de hiperatividade, o desenvolvimento da puberdade precocemente no sexo feminino, e quando adultos, os meninos em contato com a substância podem desenvolver infertilidade.

Na União Européia, na China, no Canadá e em estados americanos mamadeiras com o BPA já foram banidas. No Brasil, o prazo é de 90 dias para a proibição geral da comercialização de mamadeiras produzidas com bisfenol, uma vez que desde o ano passado não se produz mais aqui mamadeiras que possam, ou não, prejudicar a saúde.

Por Anderson Guizolfe –  Com informações da Agência Brasil e G1.

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